EQUIPE – CEDUCA

Estrutura Administrativa Pedagógica

elipse-1

Marco Aurélio
Jorge Maia

CEO

angela

Angela Maria
Bacaro Maia

Direção Geral

ceduca

Erika Bartolini
Baggio Linczuk

Coordenação Pedagógica Geral

fernanda

Fernanda Rodrigues
Gonçalves

Coordenação  Pedagógica
Educação Infantil (Baby + Infantil 1
ao 5) + Contraturno

larissa

LARISSA
VASCONCELOS

Coordenação Pedagógica do 1º ano e 2º ano +
Contraturno

juliana

Juliana Cassiano
dos Santos Costa

Coordenação  Pedagógica
do 3º ano ao 5º ano + Contraturno

sylhane

SYLHANE
BORDINHÃO

Orientadora Educacional

mabel

Mabel Cristina Biffi
Mendes da Silva

Coordenação de Eventos,
Atividades Opcionais
e Johnstown English School

emilia

Maria Emília
Maximiliano Pereira

Secretaria Escolar

palavra da direção

Sabemos que há um só Deus, um só Espírito, uma só fé, um só corpo. Deus que é um só, sem dúvida é diverso em sua criatividade e expressão. Para conhecermos Deus, que é único, precisamos entender sua diversidade. A diversidade não ameaça a unidade, mas sim a expressa. A diversidade é a expressão da unidade. Como já dissemos Deus que é único se expressa diversamente através das três distintas personalidades da Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Todos eles têm funções separadas e distintas; contudo, representam o mesmo verdadeiro Deus.

Podemos perceber este mesmo princípio aplicado pelo Senhor Jesus quando concede funções ministeriais diferentes conforme o texto acima, para a realização de um propósito, o aperfeiçoamento dos santos, a edificação do corpo. As diversas funções que são a expressão do corpo edificado. Mais uma vez vemos as diferenças não como sinal de divisão ou uma marca de confusão, mas a expressão da própria natureza de Deus.

Da mesma maneira eu enxergo o CEDUCA. Ele tem uma identidade própria. É único. Tem uma missão, uma visão tem um propósito único a realizar. Vamos conquistar este propósito único por meio das variedades, das diversidades existentes neste corpo, CEDUCA. Somente por meio das diversidades e juntos, estaremos expressando a mente de Deus para o mundo. Isto nos faz olhar uns aos outros como sendo todos importantes e necessários para realização daquilo que nos foi proposto. Isto também nos faz entender que somos a expressão do próprio Deus. O que somos e o que fazemos é importante porque expressamos quem Deus é.
Que maravilhoso olharmos por este prisma. Eu sou responsável, diante de Deus, por expressar Sua vontade de uma forma única.

Que tal refletirmos sobre estas questões: – Quais aspectos do exercício da minha função me tornam distinto e diferente de todas as outras? – Sobre quais áreas dessa função assumirei responsabilidade individualmente? – Como podem meus dons e potenciais únicos serem liberados por meio do exercício da minha função? – Qual o papel singular que a função que exerço tem desempenhado na história?

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