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Entende mos que considerar o uso da tecnologia, através dos computadores, é um estímulo tanto para professor e aluno, pois a utilização deste recurso possibilita ampliar as possibilidades de conhecimento, desafiando cada um neste processo. A quantidade de novas informações disponíveis e com novas formas de acessá-las, o aumento da complexidade dos setores da vida, tanto profissional, como pessoal; a necessidade de passar a fazer relacionamentos entre campos do conhecimento antes trabalhados isoladamente; a cada vez mais necessária reciclagem de profissionais para manterem-se atualizados frente à velocidade das transformações, sugere mudanças nos velhos paradigmas de educação. Aprender de forma apropriada. Este é o campo da Educação. O foco desloca-se do ensino para a aprendizagem. Nesse novo cenário, acrescenta-se aos instrumentos convencionais de aprendizagem – palavra, giz, lousa e livro – um arsenal extraordinário de recursos. A chegada do computador nos trouxe novos padrões de complexidade, competitividade e mudanças constantes em todos os empreendimentos. A única maneira de não ficar soterrado por essa complexidade e pelas mudanças é através da aprendizagem constante e da resposta imediata.
Porém, toda utilização do computador no ambiente escolar deve estar voltada para apoiar a atividade-fim da escola. A informática deve se integrar ao currículo como uma ferramenta, inclusive, multidisciplinar, constituindo-se em alguma coisa a mais que o professor pode contar para bem realizar o seu trabalho. O relato e a experiência de outras instituições educacionais tem mostrado que não é necessário ensinar os alunos a manusearem o computador, pois isso eles aprendem sozinhos ou com os amigos numa velocidade espantosa. O domínio, ainda que meramente instrumental, do computador, é condição necessária e passaporte para a cidadania global.
Edione Soares Vieira
Profª Informática Educativa
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